“Uma autobiografia pungente e além disso audaciosa, que dá cor a imagens de arquivo e de documentários.”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 5 OUTUBRO | 17H com a presença do realizador Jung Henin
LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 11 OUTUBRO | 10H30 | Sessões Escolares

ARGUMENTO: Laurent Boileau, Jung Henin | FOTOGRAFIA: Rémon Fromont | SOM: Dan Van Bever | MONTAGEM: Ewin Ryckaert | MÚSICA ORIGINAL: Siegfried Canto | PRODUÇÃO: Mosaïque Films, France 3 Cinéma, Artémis Productions, RTBF – Radio | Télévision Belge de la Communauté Française, Panda media, Nadasdy Film, Belgacom, RTS-Radio Télévision Suisse | ORIGEM: França, Bélgica | VENDAS INTERNACIONAIS: Wide Management | ESTREIA EM FRANÇA: 06/06/2012

Presença em festivais
Festival de Cinema de Bruxelas (2012)
Festival de Animação de Annecy (2012)

O filme
Após a guerra da Coreia, cerca de 200 mil crianças coreanas foram enviadas para diferentes países do mundo. Jung foi acolhido por uma família belga em 1971. Numa mistura de imagens de animação e documentário, Jung adapta uma banda desenhada da sua autoria onde conta, com humor e emoção, momentos chave da sua vida: o orfanato na Coreia, a chegada à Bélgica, a vida familiar…

Os realizadores
Ao crescer na Bégica, Jung Henin estudou Latim e Matemática e mais tarde Ilustração, e em 1987 começa a desenhar para as revistas Spirou e Tintin. Em 1991 edita o seu primeiro livro, em quatro tomos, “Yasuda” a que se seguem várias outras bandas-desenhadas de tom oriental. “Couleur de peau: Miel”, editado em 2007, é o primeiro álbum de uma nova trilogia.
Laurent Boileau trabalhou durante vários anos como operador de câmara em documentários para televisão e em 1999 estreia-se na realização com a série L’ÉDUCATION EN QUESTIONS, seguida em 2003 por UN COLLÈGE PAS COMME LES AUTRES. Posteriormente realiza vários documentários sobre o mundo da Banda-Desenhada, tais como LES ARTISANS DE L’IMAGINAIRE (2004). O filme COULEUR DE PEAU: MIEL junta assim a paixão de ambos pelo BD e pelo cinema de animação.

Nota de intenções
“Enquanto grande leitor de bandas-desenhadas e de romaces gráficos, eu só conhecia os trabalhos de Jung com um pendor asiático. Em 2007 fui seduzido por «Couleur de peau: Miel». Com um olhar distanciado e um tom muitas vezes irónico, Jung relê aí a sua própria vida e interroga-se sobre o seu passado, as suas raízes e o seu estatuto como adoptado. A adopção remete para diversas noções complexas: identidade, desenraizamento, família, ausência, abandono, destino, diferença.”

Sobre o filme
“Uma história rica em emoção, em humor e em poesia que dirige tanto aos mais pequenos como aos mais velhos.”
Christophe Narbonne, Première

“O desenho, mistura harmoniosa de 2D e de 3D, iluminado por cores quentes, convém perfeitamente à textura de recordação e de sonho.”
Cécile Mury, Télérama

“Uma autobiografia pungente e além disso audaciosa, que dá cor a imagens de arquivo e de documentários.”
Studio CinéLive