“Poderoso! Perturbador! Poético! A emoção em estado puro com um par de actores em estado de graça.”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 14 OUTUBRO | 22H

COM: Marion Cotillard, Matthias Schoenaerts, Armand Verdure, Bouli Lanners, Céline Sallette, Corinne Masiero, Jean-Michel Correia | ARGUMENTO: Jacques Audiard, Thomas Bidegain, segundo obra original de Craig Davidson | FOTOGRAFIA: Stéphane Fontaine | SOM: Brigitte Taillandier | MÚSICA ORIGINAL: Alexandre Desplat | MONTAGEM: Juliette Welfling | PRODUÇÃO: Why Not Productions, Page 114, France 2 Cinéma, Les Films du Fleuve, RTBF – Radio Télévision Belge de la Communauté Française, Lumière, Lunanime | ORIGEM: França, Bélgica | VENDAS INTERNACIONAIS: Celluloid Dreams | ESTREIA EM FRANÇA: 17/05/2012

Presença em festivais
Festival de Cinema de Cannes (2012)
Festival de Cinema de Munique (2012)

O filme
Desempregado e com o seu filho mais novo a cargo, Ali (Matthias Schoenaerts) muda-se para Antibes, onde decide viver com a irmã e o cunhado. Um dia, no apartar de uma confusão, conhece a bela Stéphanie (Marion Cotillard), treinadora de orcas num parque marinho, a quem deixa um cartão. Pouco tempo depois, Stéphanie sofre um acidente e vê-se amputada das duas pernas numa cadeira de roda. Os dois voltam a encontrar-se e iniciam uma inusitada relação que se estreita a olhos vistos.

O realizador
Jacques Audiard nasceu no mundo do cinema: é filho do realizador e argumentista Michel Audiard. Em 1994, começa por rodar Regarde les hommes tomber, filme logo galardoado com o Prémio Cesar para Melhor Primeira Obra. Segue-se, dois anos mais tarde, Um Herói Muito Discreto, que recebe o Prémio para Melhor Argumento em Cannes e, já em 2001, Nos Meus Lábios, que oferece a Emmanuelle Devos o Cesar para Melhor Actriz. Mas é em 2005, com De Tanto Bater o Meu Coração Parou, que Audiard firma o seu nome junto da crítica e do grande público. Em 2009, com O Profeta, recebe o Grande Prémio do Festival de Cannes e nove prémios Cesar. O realizador regressa agora com De rouille et d’os, de novo seleccionado para Cannes.

Nota de intenções do realizador
“Desde o início do nosso trabalho de adaptação que nos virámos para uma forma cinematográfica que, à falta de melhor, denominamos «expressionista», onde a força das imagens vem servir o melodrama. (…). Ela traz esta história de amor que é a verdadeira heroína do filme. Ela dá conta da nobreza dos nossos personagens no meio da violência de um mundo de catástrofe económica.”

Sobre o filme
“Um grande filme inquietante sobre um impressionante regresso à vida.”
Danielle Attali, Le Journal du Dimanche

“Um novo retrato raivoso e brutal da condição humana que deixa o espectador vazio, trocado, exangue. KO de pé.”
Frédéric Foubert, Première