“Um casting saboroso e uma encenação estilizada, servida por uma luz sedutora e uma música cativante, que conferem imediatamente a este thriller um clima misterioso e gelado.”

LISBOA | Cinemateca portuguesa | 12 OUTUBRO | 21H30
LISBOA | Cinemateca portuguesa | 16 OUTUBRO | 19H30

COM: Charles Berling, Chloe Sevigny, Connie Nielsen, Gina Gershon, Dominique Reymond, Jean-Baptiste | ARGUMENTO: Olivier Assayas | FOTOGRAFIA: Denis Lenoir | SOM: Philippe Richard | MÚSICA ORIGINAL: Sonic Youth | MONTAGEM: Luc Barnier
PRODUÇÃO: Elizabeth Films, M6 Films, TPS Star, Cofimage Production, Citizen Films | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Wild Bunch | ESTREIA EM FRANÇA: 06/11/2002

Presença em festivais
Festival de Cannes (2002)
Festival de Cinema de Estocolmo (2002)
Festival de Cinema de Melbourne (2003)
Festival de Cinema de Banguecoque (2005)

O filme
Volf Group é uma multinacional prestes a adquirir a TokyoAnime e a sua pornografia hentaï em 3D. No mundo frenético e concorrencial da pornografia online, duas companhias estão dispostas a tudo para conseguir os direitos exclusivos de distribuição. Diane, funcionária dos quadros da Volf, é contratada pela Mangatronics para impedir qualquer negociação com a Demonlover. Até que percebe que do outro lado a espionagem também existe e com meios mais violentos, que vão da chantagem ao assassinato…

O realizador
Antes de se afirmar como realizador, Olivier Assayas foi crítico dos Cahiers du cinéma, assinou um livro de entrevistas com Ingmar Bergman e escreveu vários argumentos, nomeadamente para André Téchiné. Em 1986 apresentou Désordre, filme que foi premiado em Veneza. Com L’Eau froide (1994) e Irma Vep (1996) passou a ser presença constante do Festival de Cannes. Os Destinos Sentimentais, Demonlover e Clean são outros dos filmes que realizou. A Hora de Verão e Carlos – que inclui esta versão de série televisiva e uma longa-metragem – foram dois dos seus projectos mais recentes. Assayas foi recentemente homenageado no Festival Curtas de Vila do Conde.

Nota de intenções do realizador
“Depois de ter feito um filme histórico, eu precisava de voltar a questões muito modernas. Pensei no que me estimulava mais no cinema dos dias de hoje. Comecei a questionar-me sobre os novos desafios da narrativa cinematográfica, a forma como esta pode dar conta do mundo contemporâneo. (…) Gosto de um cinema que não tenha medo, que não hesite em ser franco, brutal e mesmo ordinário.”

Sobre o filme
“Um casting saboroso e uma encenação estilizada, servida por uma luz sedutora e uma música cativante, que conferem imediatamente a este thriller um clima misterioso e gelado.”
T.B., Studio Magazine

“A última investida de Olivier Assayas podia ser confundida com um thriller pseudo-moderno. Mas não – é, pelo contrário, um difícil, desafiante e intrigante filme-arte.”
Glenn Kenny, Premiere