“Devido às escolhas dos que o rodeiam, Yvan vê-se obrigado a mudar o seu próprio conceito de família.”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 6 OUTUBRO | 22H com a presença da realizadora
LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 8 OUTUBRO | 22H
LISBOA |Institut français du portugal | 12 OUTUBRO | 18H45 (CINÉ DEGUSTATION)
ALMADA | FÓRUM R. CORREIA |11 OUTUBRO | 21H
FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 21 OUTUBRO | 21H30
COIMBRA | TAGV | 25 OUTUBRO | 21H | Filme de Abertura

COM: Denis Ménochet, Vanessa Paradis, Léa Drucker, Laurent Lucas, Laurent Capelluto | ARGUMENTO: Cécilia Rouaud | FOTOGRAFIA: Renaud Chassaing | SOM: Laurent Poirier | MÚSICA ORIGINAL: JP Nataf | MONTAGEM: Fabrice Rouaud | PRODUÇÃO: Origami Films, Studio 37, France 2 Cinéma | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Kinology |b ESTREIA EM FRANÇA: 11/07/2012

Presença em festivais
Festival de Filmes do Mundo de Montreal (2012)

O filme
De repente tudo muda para Yvan: a mulher deixa-o para ir viver para a Tailândia e as filhas preferem viver com a tia. Deprimido e decidido a mudar de vida, pondera deixar Paris pela Bretanha.
Mas, inesperadamente, tropeça numa mulher bonita e num filho que não é seu e aventura-se num plano de vida que nunca tinha imaginado.

A realizadora
Je me suis fait tout petit é a primeira longa-metragem de Cécilia Rouaud, que anteriormente tinha trabalhado como assistente de realização em filmes de Cédric Klapisch, como Ma part du gâteau (2011), e de Patrick Poubel, como Human Bomb (2007). Antes disso tinha apresentado em 2003 a sua primeira curta-metragem, Lapin integral.

Nota de intenções da realizadora
“É muito corrente nas pessoas da minha geração e bem sintomático da evolução da sociedade: temos ao mesmo tempo a liberdade de poder mudar de parceiro, de escolher, e a responsabilidade das nossas escolhas, que nem sempre são fáceis. É um tema que eu tinha vontade de aprofundar.”

Sobre o filme
“A alquimia entre Denis Ménochet e Vanessa Paradis nos papéis principais dá, dessa forma, um charme incrível ao filme.”
StudioCinélive

“A encenação transforma os seus defeitos numa sucessão de pequenos achados de escrita, de ritmo e de interpretação. (…) Prodigioso de carisma e de virilidade frágil, Ménochet impõe a sua estatura num papel principal atípico.”
Bernard Achour, Première

“Não encontramos outra expressão a não ser «pequeno milagre» para descrever a graça que pouco a pouco abençoa a história deste anti-herói depressivo e grosseiro (Denis Ménochet, o que de melhor aconteceu ao cinema francês desde Tahar Rahim).
Bernard Achour, TéléCinéObs