“De imagem em imagem até à apresentação de um possível Diário de França da última metade do século.”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 06 DE OUTUBRO | 19H30
LISBOA | INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL | 12 OUTUBRO | 21H45
ALMADA | FÓRUM R. CORREIA | 10 OUTUBRO | 21H30 | Filme de abertura
FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 21 OUTUBRO | 19H30
PORTO | RIVOLI TEATRO MUNICIPAL | 26 OUTUBRO | 18H30
COIMBRA | TAGV | 30 OUTUBRO | 23H30
GUIMARÃES | CINEMA SÃO MAMEDE | 6 NOV | 21H45

ARGUMENTO: Claudine Nougaret, Raymond Depardon | FOTOGRAFIA: Raymond Depardon | SOM: Claudine Nougaret, Guillaume Sciama, Yolande Decarsin | MONTAGEM: Simon Jacquet | PRODUÇÃO: Palmeraie et Désert, France 2 Cinéma | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Wild Bunch | ESTREIA EM FRANÇA: 13/06/2012

Presença em festivais
Festival de Cannes (2012) – Sessão especial

O filme
Um dos mais importantes fotógrafos e expoentes do cinema documental francês, Raymond Depardon, abriu os baús e recuperou imagens que foi acumulando desde os anos 50 do século passado. Entre história e memória surgem imagens de França e do resto do mundo numa inebriante viagem no tempo.

O realizador
Começou pelo fotojornalismo mas sempre se interessou pela imagem em movimento. Questionando o papel e a importância da imagem, Raymond Depardon saltou entre a fotografia e o cinema documental mas também experimentou o cinema de ficção e as instalações em museus. Em 2010 apresentou na Biblioteca Nacional francesa mais de três mil fotografias que foi recolhendo numa volta a França que durou seis anos. Claudine Nougaret trabalha com Depardon já há 25 anos e juntos apresentaram filmes como Urgences (1987), La Captive du désert (1989), Délits flagrants (1995), Paris (1997) ou La Vie moderne (2007).

Nota de intenções do realizador
“Visitei locais muito diferentes onde, por vezes, a história não tem nada em comum de uma aldeia para a outra. Esta distância que me impus, técnica e formalmente, permitiu-me passar ao largo das especificidades regionalistas e tentar tecer uma unidade: a da nossa história quotidiana comum.”

Sobre o filme
“Journal de France traça um inventário dos actos de resistência e de empenhamento que caracterizam todos os seres humanos com que Depardon se cruzou.”
Pierre Eisenreich, Positif

“Para quem conheça mal o trabalho destes dois (…), Journal de France oferece uma magnífica introdução a uma obra única e plural que não tem equivalente.”
Jean-Baptiste Morain, Les Inrockuptibles

“Um retrato-colagem apaixonante do repórter-cineasta.”
Cécile Mury, Télérama