“Uma comédia hilariante e original sobre a complexa arte de amar.”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 7 DE OUTUBRO | 22H00
ALMADA | FÓRUM R. CORREIA |12 OUTUBRO | 21H
FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 16 OUTUBRO | 21H30 | Filme de abertura
PORTO | RIVOLI TEATRO MUNICIPAL | 26 OUTUBRO | 21H30
COIMBRA | TAGV | 31 OUTUBRO | 23H30

COM: Ariane Ascaride, Elodie Navarre, François Cluzet, Frédérique Bel, Pascale Arbillot, Gaspard Ulliel, Judith Godrèche, Julie Depardieu, Laurent Stocker | ARGUMENTO: Emmanuel Mouret | FOTOGRAFIA: Laurent Desmet | SOM: Maxime Gavaudan | MÚSICA ORIGINAL: Frédéric Norel | MONTAGEM: Martial Salomon | PRODUÇÃO: Moby Dick Films, Partizan Films | ORIGEM: França | DISTRIBUICÃO: Zon Lusomundo | ESTREIA EM PORTUGAL: A estrear

Presença em festivais
City of Lights, City of Angels (Col-Coa), Los Angeles (2012)
Festival de Cinema de Cleveland (2012)
Festival de Cinema de Gotemburgo (2012)
Festival BFI de Cinema de Londres (2011)
Festival de Cinema de Locarno (2011)
Festival de Filmes do Mundo de Montreal (2011)
Cinémed – Festival Mediterrânico de Montpellier (2012)

O filme
No momento em que nos apaixonamos, nesse instante preciso, produz-se em nós uma música muito especial. Ela é diferente para cada um e pode revelar acontecimentos inesperados…

O realizador
Tendo-se licenciado em realização cinematográfica na Femis (Paris), Emmanuel Mouret viu de imediato o seu filme de final de curso, a
média-metragem Promène toi donc tout nu (1998), ter exibição comercial. Influenciado por Rohmer, Sacha Guitry e Woody Allen, Mouret apresenta filmes delicados e complexos onde frequentemente contracena. Foi esse o caso de Laissons Lucie faire (2000). Os seus filmes seguintes Vénus et fleur (2004) e Changement d’adresse (2006) foram apresentados em Cannes, ao passo que Un baiser s’il vous plaît (2007) foi seleccionado para ser apresentado na Mostra de Veneza desse ano. Estes três filmes foram apresentados em diferentes edições da Festa do Cinema Francês. Fais-moi plaisir! (2009) é uma nova incursão, de carácter mais burlesco, pelas questões do amor e da paixão. Em L’art d’aimer apresenta um conjunto de histórias onde convida actores tão conhecidos como François Cluzet, Julie Depardieu, Ariane Ascaride ou Gaspard Ulliel.

Nota de intenções do realizador
“Em L’art d’aimer, cada situação interroga a problemática do desejo e propõe o exame de um caso de consciência. As minhas personagens pretendem ser livres e desejam saciar os seus desejos na maior transparência. Isso diverte-me e fascina-me. Permite-me sobretudo interrogar os nossos usos actuais e também, como se não fosse nada, colocar algumas questões morais.”

Sobre o filme
“Mouret desmonta ideias feitas sobre a sexualidade e o sentimento amoroso para aí redescobrir incansavelmente a sua natureza e
intensidade, com uma espécie de sobressalto cómico.”
Isabelle Zribi, Cahiers du Cinéma

“Mouret está menos à vontade no melodrama puro (…) mas quando entrança comicidade sentimental, estratégias amorosas retorcidas e diálogos bem esculpidos, atinge um inegável charme.”
Serge Kaganski, Les Inrockuptibles

« Em L’art d’aimer, Emmanuel Mouret (…) confirma o seu lugar singular no cinema francês. Filho de Woody Allen (em mais literário) e de Éric Rohmer (em mais descontraído), o realizador examina os mil e um desvios da sedução e do ciúme e interroga os arranjinhos com a moral das suas personagens que trata com igual subtileza. Neste precipitado malicioso e profundo, elegantemente posto em cena a cada plano, os actores entregam-se com deleite. (…) A descobrir e … a amar ».
Olivier de Bruyn, Le Point