“Um filme para todas as idades que entre animação, tintas e cores, nos recorda que somos «todos diferentes, todos iguais».”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 12 OUTUBRO | 10H30 | Sessões Escolares
LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 14 OUTUBRO | 15H
FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 17 OUTUBRO | 15H
PORTO | RIVOLI TEATRO MUNICIPAL | 22 OUTUBRO | 10H | Sessão Escolar
PORTO | RIVOLI TEATRO MUNICIPAL | 27 OUTUBRO | 15H30
COIMBRA | TAGV | 30 OUTUBRO | 10H30
GUIMARÃES | CINEMA SÃO MAMEDE | 6 NOVEMBRO | 14H30

VOZES DE: Jessica Monceau, Adrien Larmande, Thierry Jahn, Julien Bouanich, Céline Ronte, Thomas Sagols, Magali Rosenzweig, Chloé Berthier, Jean-François Laguionie, Jacques Roehrich | ARGUMENTO: Anik Le Ray | MÚSICA ORIGINAL: Pascal Le Pennec | MONTAGEM: Emmanuel de Miranda | PRODUÇÃO: Blue Spirit Animation, Be-FILMS, France 3 Cinéma, RTBF, Blue Spirit Studio, Sinematik, Rezo Productions, uFilm | ORIGEM: França, Bélgica | VENDAS INTERNACIONAIS: Gebeka Films |ESTREIA EM FRANÇA: 23/11/2011

Presença em festivais
Festival de Cinema de Animação de Annecy (2012)
Festival de Cinema de Cabourg (2012)
Festival de Cinema de Transilvania (2012)
Festival de Cinema de Seattle (2012)
Festival de Cinema de Istambul (2012)

O filme
Um pintor deixa um quadro por acabar mas a sua criação ganha vida própria. Nos domínios do castelo, vivem três categorias de figuras: os “todo-pintados”, os “inacabados” e os “esquissos”. Os primeiros julgam-se superiores, expulsam as outras personagens e escravizam os esquissos. Um jovem todo-pintado que namora uma inacabada e defende a abolição das diferenças, resolve partir com um amigo de cada categoria em busca do pintor. De quadro em quadro o pequeno grupo parte para uma grande aventura…

O realizador
Veterano do cinema de animação francês, Jean-François Laguionie realizou as primeiras curtas-metragens na segunda metade dos anos 60. Em 1978 recebeu a Palma de Ouro para curtas-metragens do Festival de Cannes com La Traversée de Atlantique à la rame. Por essa altura, fundou a produtora La Fabrique e começou a adaptar ao cinema os romances que ele próprio escreveu. As suas longas-metragens, muito espaçadas no tempo, resultam de um trabalho de paciência e dedicação: Gwen, le livre de sable (1985), Le Château des singes (1999) e L’Ile de Black Mor (2003). Com Le Tableau, de 2011, Laguionie apresenta uma nova aposta: a animação de pinturas a óleo num filme com uma mensagem anti-racista e contra as desigualdades sociais.

Nota de intenções do realizador
“As aventuras de um pintor com a sua criação são um tema simultaneamente demasiado maravilhoso e demasiado profundo para podermos brincar a misturar imagens por simples prazer. A minha principal intenção é tornar esta incrível aventura em algo perfeitamente credível num filme para todas as idades.”

Sobre o filme
“Utilizando as telas como terreno de aventuras, Le Tableau convida os mais novos a irem além da pura e simples representação. Só por isso, a descoberta desta maravilha revela-se indispensável.”
Philippe Jambet, Première

“O cineasta retoma e amplifica aqui a denúncia do racismo e das desigualdades sociais. Quanto à busca do esquivo e misterioso pintor, ela prende o espectador num vertiginoso quadro dentro do próprio quadro.”
Cécile Mury, Télérama