“As altas esferas, o exercício do poder, a ambição e a intriga.”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 11 OUTUBRO | 22H com a presença do realizador
ALMADA | AUDITÓRIO FERNANDO LOPES GRAÇA | 14 DE OUTUBRO | 21H
FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 20 OUTUBRO | 21H30
PORTO | Museu Serralves | 24 OUTUBRO | 21H | Filme de abertura
COIMBRA | TAGV | 27 OUTUBRO | 23H30
GUIMARÃES | CINEMA SÃO MAMEDE | 9 NOVEMBRO | 21H30

COM: Olivier Gourmet, Michel Blanc, Zabou Breitman, Laurent Stocker, Sylvain Deblé  | ARGUMENTO: Pierre Schoeller | FOTOGRAFIA: Julien Hirsch |  SOM: Olivier Hespel | MÚSICA ORIGINAL: Philippe Schoeller | MONTAGEM: Laurence Briaud | PRODUÇÃO: Archipel 35, Les Films du Fleuve, France 3 Cinéma, RTBF – Radio Télévision Belge de la Communauté Française, Belgacom | ORIGEM: França, Bélgica | VENDAS INTERNACIONAIS: Doc & Film International | ESTREIA EM FRANÇA: 26/10/2011

Presença em festivais
Prémios César (2012) – Melhor Argumento, Melhor Actor Secundário (Michel Blanc), Melhor Som
Festival de Cannes (2011) – Prémio FIPRESCI
Festival de Cinema de Durban (2012)
Festival de Cinema de Istambul (2012)
Festival de Cinema de Hamburgo (2011)

O filme
Acordado a meio da noite para reagir face a um terrível acidente rodoviário, o ministro dos Transportes vê-se envolvido em intrigas de gabinete e lutas de poder. De repente tudo se encadeia num mundo complexo e hostil.

O realizador
Pierre Schoeller realizou a sua primeira curta-metragem, Deux Amis, em 1996 e dez anos mais tarde apresentou o telefilme Zéro défaut. Mas foi com a primeira longa-metragem, Versailles (2008), que a sua carreira cinematográfica começou verdadeiramente. Este filme atraiu a atenção da crítica, sendo seleccionado para o Festival de Cannes desse ano e nomeado para o Prémio César de Melhor Primeiro Filme. Com L’Exercice de L’Etat, Schoeller apresenta uma incursão pelos bastidores do poder que entra por caminhos diferentes do habitual.

Nota de intenções do realizador
“À partida pretendia deixar de lado a conquista do poder e as questões da política partidária, a dança dos egos, as lutas intestinas, os sound-bytes… para me concentrar na prática do poder, do Estado, através daqueles que o encarnam e que a ele se entregam.”

Sobre o filme
“É a primeira vez que um filme mostra o funcionamento do poder com uma tal preocupação de realismo.”
Christophe Carrière, L’Express

“Tudo é inventado e no entanto tudo soa verdadeiro no seio deste pequeno círculo de governantes em constante ebulição. (…) Quanto à interpretação, Gourmet, Blanc e Breitman são impressionantes e o filme emociona, mantendo-se violento e apaixonante, mesmo nos momentos mais complexos.”
Isabelle Danel, Première

“Entre golpes baixos e concessões, acompanhamos as vicissitudes da função ministerial. Um filme contundente e apaixonante. Votamos a favor!”
Frédéric Strauss, Télérama