“Música e vida entrelaçadas no tapete de um conto persa dos anos 50. Tragédia, muito humor, poesia e exotismo num magnífico hino à Vida.”

LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 13 OUTUBRO | 22H

COM: Mathieu Amalric, Édouard Baer, Maria de Medeiros, Golshifteh Farahani, Éric Caravaca, Chiara Mastroianni, Mathis Bour, Enna Balland | ARGUMENTO: Marjane Satrapi, Vincent Paronnaud | FOTOGRAFIA: Christophe Beaucarne | SOM: Gilles Laurent | MÚSICA ORIGINAL: Olivier Bernet | MONTAGEM: Stéphane Roche | PRODUÇÃO: Celluloid Dreams Productions, Studio 37, Le Pacte, Lorette Productions, Arte France Cinéma| ORIGEM: França, Alemanha | VENDAS INTERNACIONAIS: Celluloid Dreams | ESTREIA EM FRANÇA: 26/10/2011

Presença em festivais
Mostra de Cinema de Veneza (2011)
Festival de Cinema de Abu Dabi (2011) – Prémio para Melhor Filme Narrativo
Festival de Cinema de São Francisco (2012)
Festival de Cinema de Istambul (2012)
Festival de Cinema de Salónica (2012)

O filme
Quando, em 1958, o famoso violinista Nasser Ali Khan (Mathieu Amalric) perde o seu violino, perde também toda a vontade de viver. Enquanto imagina mil formas de morrer, o músico iraniano vai recordando a sua infância e das voltas que a vida dá. Até que se lembra de um amor antigo e do início do seu gosto pela música.

Quando, em 1958, o famoso violinista Nasser Ali Khan (Mathieu Amalric) perde o seu violino, perde também toda a vontade de viver. Enquanto imagina mil formas de morrer, o músico iraniano passa em revista a sua vida, até que se lembra de um amor antigo e de como surgiu o seu gosto pela música.

Os realizadores
Marjane Satrapi nasceu no Irão, estudou em Viena, é autora de banda desenhada com livros editados por todo o lado e contou a história dos primeiros anos da sua vida em Persepolis (quatro álbuns de BD e um filme realizado a meias com Vincent Paronnaud). Poulet aux prunes começou também por ser um álbum de BD, inspirado na vida de um tio de Satrapi, mas o filme conta com personagens de carne e osso como Mathieu Amalric, Maria de Medeiros e Chiara Mastroianni. Vincent Paronnaud também vem do mundo da BD underground e lanço-se no cinema de animação em 2001 com Villemolle 81.

Nota de intenções dos realizadores
“O mais interessante num projecto artístico é poder superar um desafio, fazer coisas que ainda não fizemos, que não sabemos fazer. De facto, nós queríamos um filme que casasse diferentes modos de narração, diferentes formas de fazer… Divertimo-nos muito a passar da paródia a uma sitcom para um melodrama italiano, passando por um filme fantástico ou um piscar de olhos a Méliès.”

Sobre o filme
“Deste destino que, contas feitas, é amargo nasce um conto encantador, pitoresco, cintilante, que casa sátira e melodrama, nostalgia e sarcasmo. Este poulet aux prunes é uma maravilha”
Marie-Noelle Tranchant, Le Figaroscope

“Uma receita muito pessoal, ao mesmo tempo revigorante e ligeira, doce e condimentada, amarga e terna.”
Danièle Heymann, Marianne

“Quem gostar do espírito das fábulas persas vai adorar este conto das mil e uma vidas.”
Alain Riou, TéléCinéObs