| ficha do filme SELON CHARLIE 2004-Comédia-100 min. |
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Resumo Uma terapeuta da fala muito simples, mas casada com o filho mais novo do rei e que, contra a sua vontade, ascende a rainha por morte do monarca... E nem sempre a vida das cabeças coroadas é divertida...ou, talvez sim! |
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Realização: Valérie Lemercier Argumento: Brigitte Buc, Valérie Lemercier Com: Valérie Lemercier, Lambert Willson, Catherine Deneuve, Denis Podalydès Fotografia: James Welland Música: Bertrand Burgalat Produção: Édouard Weil (Les Films du Dauphin, Rectangle Productions) Estreia em França : 23/11/2005 | |||||||||||
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Biografia: Observadora e imitadora talentosa, Valérie Lemercier é naturalmente impelida para a comédia. Jean-Michel Ribes dá-lhe uma oportunidade em 1988, oferecendo-lhe o papel de Lady Palace na popular série televisiva Palace. Valérie Lemercier torna-se assim famosa, construindo a personagem de uma burguesa, que encarna na televisão e também no cinema, em Milou en mai de Louis Malle, a sua primeira aparição no grande ecrã, em 1990. Sucedem-se vários filmes de sucesso como L'Opération Corned-beef de Jean-Marie Poiré ou Sexes faibles de Serge Meynard e, claro, Les Visiteurs de Jean-Marie Poiré, que lhe vale o César de Melhor Papel Secundário Feminino. A actriz, que revela a dimensão do seu repertório em cáusticas one-woman-show, é recompensada com três prémios Molière (o equivalente aos Césares no teatro ). Encontramo-la também em Casque bleu de Gérard Jugnot e no papel de uma pudica apaixonada em Vendredi soir de Claire Denis, em 2002. Estreia-se na realização em 1997, com a longa-metragem Quadrille, um remake do preciosismo burguês de Sacha Guitry. A esta primeira experiência seguir-se-á, dois anos mais tarde, Derrière, uma comédia que aponta com malícia os excessos do politicamente correcto. Realizadora e argumentista, Valérie Lemercier desempenha também o papel principal nos seus filmes. |
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As intenções do cineasta
"A ideia inicial era fazer um filme sobre os monarcas de hoje, próximos de nós, uma mistura de Luxemburgo, Bélgica, Holanda, Suécia (...) Inspirei-me nas reportagens televisivas, nas Biografias de primeiras-damas e, sobretudo, nas fotografias publicadas em revistas dedicadas às cabeças coroadas (...) Muitas delas tornaram-se cenas do filme: a feira do pão doce, a doação de sangue, o jogo da corda, as inaugurações, as visitas aos lares... Achava inacreditável tudo o que aquela gente é obrigada a fazer! A Grécia, a Espanha ou a Bélgica mostram muito os seus soberanos nessas s ituações perfeitamente banais." | |||||||||||
« Espectá
culo real para uma comédia onde Valérie Lemercier estuda com minúcia - antes de o fazer
explodir - o mundo divertido das cabeças coroadas. Trash e jubilatório: um reinado como nós
gostamos. » Emmanuel Cirodde, Ciné Live « O filme segue o seu rumo previsível de espectáculo hábil, apimentado, aqui e ali, por uma ponta de malícia, e bem construído. » Pascal Mérigeau, Le Nouvel Observateur |
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