BAISERS VOLÉS

Diretor François Truffaut

Com Jean-Pierre Léaud, Claude Jade, Delphine Seyrig, Michael Lonsdale

1968 | 91' | Comédia, Romance | França | Legendado em português.


Reunidos na primeira de várias vezes no cinema em COMÉDIE, Delphine Seyrig e Michael Lonsdale, que foram grandes cúmplices em palco e no ecrã, são um casal de BAISERS VOLÉS, em que Truffaut continua a filmar Jean-Pierre Léaud como Antoine Doinel na sequência de LES 400 COUPS e ANTOINE ET COLETTE. Tido como o mais jubiloso Truffaut, o filme que “não conta nada de nada” (Truffaut) segue um Doinel de 20 anos recém-saído do exército, que dá por si detective privado, alimentando uma paixão por Christine (Claude Jade). É o filme em que Seyrig surge a Léaud como uma “aparição” sob o signo de Balzac (O Lírio do Vale) e com ele protagoniza três cenas e um monólogo inesquecíveis, explicando-lhe como é, pelo contrário, uma mulher. Os beijos são roubados à canção de Charles Trenet, Que reste-t-il de nos amours? que embala e titula o filme.


COMÉDIE de Marin Karmitz, Jean Ravel, Jean-Marie Serreau (20')

seguido por

BAISERS VOLÉS de François Truffaut (91')


Sábado [10-10] 15:30 | Sala M. Félix Ribeiro, Cinemateca Portuguesa

Segunda-feira [12-10] 21:30 | Sala M. Félix Ribeiro, Cinemateca Portuguesa

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