Para lá do cinema, há ainda conversas para acompanhar na Festa do Cinema Francês

São três conversas em torno de três filmes e dos universos que os mesmos alimentam para ver durante a Festa do Cinema Francês. Economia, Música e Igualdade de Género são os temas fortes para a programação paralela deste ano.

Aznavour por Charles, de Marc Di Domenico

Dia 13 de outubro, após a mostra de Mulher, de Anastasia Mikova e Yann Arthus Bertrand, o Cinema São Jorge promove uma mesa redonda dedicada a pensar e debater o lugar da mulher na sociedade contemporânea. A conversa contará com a presença de Yann Arthus-Bertrand, co-realizador do filme, fotógrafo e ambientalista, Sofia Marrecas Ferreira Marion, escritora, produtora e patrocinadora através da Fundação Claude & Sofia Marion, Dulce Maria Cardoso, escritora, autora de Eliete - A Vida Normal e Florence Mangin, Embaixada de França em Portugal, nomeada, de 2017 a 2019, Alta funcionária para a Igualdade de direitos no Ministère de l'Europe et des Affaires Étrangères.

Após a projeção do filme Aznavour por Charles, agendada para quarta, dia 14 de outubro pelas 19h00 no Cinema São Jorge, a Festa do Cinema Francês promove uma conversa que, partindo do filme, analisa e reflecte sobre a obra de um dos mais incontornáveis nomes da chanson francesa. O debate, aberto à participação do público presente, contará com a presença do fadista Ricardo Ribeiro e do musicólogo e professor Rui Vieira Nery. Acompanhando as imagens da vida do artista franco-arménio, Charles Aznavour, os convidados falarão do poder da música no cinema, na sociedade e na vida.


Dia 15 de outubro, após a sessão de antestreia de O Capital no Século XXI no Cinema São Jorge, juntam-se em torno dos temas levantados pelo filme em torno das dinâmicas de acumulação e a distribuição de riqueza, o professor José Tavares, e o jornalista Pedro Santos Guerreiro. Doutorado em Economia por Harvard, José Tavares é professor na Nova SBE, da Universidade Nova de Lisboa, e investigador no Centre for Economic Policy Research em Londres. Investigou na área da economia política, temas como democracia e crescimento económica, corrupção e custos da discriminação de género. Em 2019 publicou o ensaio A Europa Não É Um País Estrangeiro, um ensaio sobre o passado e o futuro da ideia de Europa. Licenciado em Gestão, Pedro Santos Guerreiro fundou o Jornal de Negócios que dirigiu entre 2007 e 2014. Foi ainda diretor do Expresso entre 2014 e 2019 onde continua a escrever. É colunista da Rádio Renascença, e participa regularmente em órgãos de comunicação social nacionais e internacionais.

Esta sessão é realizada em parceria com a Temas & Debates, editora dos livros O Capital no Século XXI e Capital e Ideologia de Thomas Piketty, e Alambique Filmes, distribuidora do filme em Portugal.

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